quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FACULDADES INTA: ALUNOS VÃO ÀS RUAS PROTESTAR CONTRA AUMENTO

A política de reajuste de matrículas pela direção do Instituto Superior de Teologia Aplicada – Faculdades INTA de Sobral – tem revoltado o corpo acadêmico da Faculdade Particular.Os alunos foram às ruas na manhã desta quinta-feira (04) com palavras de ordem solicitando um diálogo com o diretor da entidade: “A..a..a..queremos o Oscar” - "Nossa Luta é Todo Dia..Educação não é Mercadoria", gritavam os estudantes.
Segundo informações dos manifestantes, o aumento abusivo poderá inclusive ser fruto de ação na justiça, para requerer seus direitos.
Fotos: Armando Costa

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Carta Aberta aos estudantes da INTA contra o reajuste das mensalidades

Qua, 03/08/11 09h00
DCE de faculdade de Sobral (CE) divulga nota contra aumento abusivo e indevido.
 
O Diretório Central dos Estudantes José Alencar das Faculdades INTA vem por meio desta contestar  o aumento abusivo e indevido de 15% nas mensalidades para o segundo semestre do corrente ano, acréscimo este ocorreu de maneira inoportuna e inesperada pelos estudantes da instituição de ensino que desrespeitou a Lei Federal nº 9.870/99 (Lei de Mensalidades) em seu Art. 2º que diz:

O estabelecimento de ensino deverá divulgar, em local de fácil acesso ao público, o texto da proposta de contrato, o valor apurado na forma do art. 1o e o número de vagas por sala-classe, no período mínimo de quarenta e cinco dias antes da data final para matrícula, conforme calendário e cronograma da instituição de ensino.

O INTA, que já havia praticado um aumento no início do corrente ano, fere claramente o Art. 1º, § 5º, da referida lei:

O valor total, anual ou semestral, apurado na forma dos parágrafos precedentes terá vigência por um ano e será dividido em doze ou seis parcelas mensais iguais, facultada a apresentação de planos de pagamento alternativos, desde que não excedam ao valor total anual ou semestral apurado na forma dos parágrafos anteriores.

Solicitamos prontamente à Direção do INTA, a revogação da Portaria Interna que arbitrou o aumento abusivo das mensalidades, bem como a manutenção dos atuais valores das mensalidades até o fim do corrente ano, com base no Art.1º, § 6º, da mesma lei:

Será nula, não produzindo qualquer efeito, cláusula contratual de revisão ou reajustamento do valor das parcelas da anuidade ou semestralidade escolar em prazo inferior a um ano a contar da data de sua fixação, salvo quando expressamente prevista em lei.

Assinam:
C.A de Fisioterapia/ C.A de Farmácia/C.A de Serviço Social/ C.A de Enfermagem

Aline Risoleta do N. Rios
Presidenta do DCE José Alencar – DCE INTA

Aprovado por vereadores de São Paulo, Dia do Orgulho Hétero vira alvo de críticas

Qua, 03/08/11 11h48
Decisão da Câmara paulistana é um retrocesso na luta contra a homofobia.
O vereador Carlos Apolinário (DEM) ficou próximo de transformar em lei um antigo anseio de seus sucessivos mandatos políticos. A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em sessão extraordinária nesta terça-feira (2) o Projeto de Lei 294, de 2008, que cria o Dia do Orgulho Heterossexual na cidade, a ser celebrado no terceiro domingo de dezembro.

Caberá ao prefeito Gilberto Kassab (ex-DEM, a caminho do PSD) definir se veta ou sanciona o texto, que sofreu voto contrário dos 11 vereadores da bancada do PT, dos dois da bancada do PCdoB, além de Gilberto Natalini, Claudio Fonseca (PPS), Claudio Prado (PTB), Juscelino Gadelha, Tripoli e Eliseu Gabriel (PSB).

Ítalo Cardoso (PT) afirmou que o projeto aprovado não ajuda em nada a acabar com a discriminação que os homossexuais sofrem. "Esse projeto cria uma categoria diferenciada, e acentua a possibilidade de discriminação e preconceito. Espero que chegue logo o dia em que não precisemos mais de leis para defender o direito dos gays”, disse.

Jamil Murad (PcdoB), que preside a Comissão de Direitos Humanos da Casa, somou-se às críticas lembrando que houve vários casos recentes de intolerância a homossexuais. Ele lamentou a visão difundida por Apolinário de que a sexualidade se trate de uma opção, e não de orientação pessoal. “Alguém pergunta se um cirurgião que salva uma vida é gay ou se um cozinheiro que faz um prato saboroso num restaurante é gay? Os homossexuais são tão cidadãos quanto os heterossexuais e não há nada que justifique sua perseguição.”

Logo após a aprovação, o tópico “Orgulho Hétero” entrou para a lista dos principais tópicos da rede social Twitter no Brasil. Os comentários, no geral, eram de indignação. “Dá muita #vergonhaalheia esse troço de dia do Orgulho Hétero. Tem hétero que sente orgulho de quando acontece uma daquelas na paulista é?”, perguntou o usuário Rcvsilva, fazendo referência à agressão de homossexuais na Avenida Paulista, um dos principais pontos de São Paulo.

“100% branco, dia do homem, dia do orgulho hetero. a gente vai rindo, e a insanidade avança. mto triste. Estamos a beira do 'orgulho ariano'”, pontuou Liliane Araújo.

Em resposta às críticas, Apolinário disse que não tem nada contra a “figura humana” dos gays. “A criação do Dia do Hétero não simboliza uma luta contra a figura humana dos gays, e sim contra aquilo que considero que são excessos e privilégios.”

Por Rede Brasil Atual.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

URGENTE: Doação de plaquetas por AFÉRESES para IAGO BASTOS DE SOUSA BRAGA - no HEMOCE de Sobral que será encaminhado ao Hospital Peterpan em Fortaleza, onde está internado, caso vc esteja em Fortaleza, procure o HEMOCE de Fortaleza que será mais rápido ainda.

terça-feira, 7 de junho de 2011

KIT DO BRASILEIRO

*Vai transar?*
O governo dá camisinha.

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*Já transou?*
O governo dá a pílula do dia seguinte.

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*Teve filho?*
O governo dá o Bolsa Família..

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*Tá desempregado?*
O governo dá Bolsa Desemprego.

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*Vai prestar vestibular?*
O governo dá o Bolsa Cota.

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*Não tem terra?*
O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.


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*RESOLVEU VIRAR BANDIDO E FOI PRESO?*
a partir de 1º/1/2011 O GOVERNO DÁ O AUXÍLIO RECLUSÃO?

*esse é novo* 
Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, é de R$798,30 "por filho" para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.
 
Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.


Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS

( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22
)

*Mas experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!*

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"Trabalhe duro, pois milhões de pessoas que vivem do Fome-Zero e do Bolsa-Família,  sem trabalhar, dependem de você"

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O Recuo de Sarney, o Impeachment de volta ao Senado!

Lindbergh: inclusão de episódio não desrespeita Collor

Líder do movimento dos caras pintadas e presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) na ocasião do impeachment do ex-presidente Fernando Collor, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) estava comentando o "grande erro do Sarney e da equipe" por retirar o impeachment da lista dos episódios que marcaram a história do Senado quando foi informado de que o presidente da Casa tinha mandado incluir na galeria o registro da saída do ex-presidente Collor do poder.
"Era um erro, mas vejo que agora Sarney entendeu que não foi um acidente, foi um momento do qual temos orgulho na nossa história. Foi uma bela página que mostrou a maturidade democrática. Foi um processo que veio das ruas, mas obedeceu os princípios da legalidade", comentou o petista.
Para Lindbergh, a inclusão do impeachment entre os fatos históricos "não é nenhum desrespeito com o senador Collor". "O pessoal do Senado tinha sido mais realista que o rei. O próprio Collor acha que este não foi um momento menor da história do País", disse Lindbergh. O senador petista afirmou que agora, no Senado, tem uma "relação educada e civilizada" com Collor, companheiro da base de sustentação do governo Dilma Rousseff.
História
Ao ser informado sobre o comentário do presidente do Senado de que o impeachment do ex-desafeto e hoje aliado foi um "acidente" e por isso não faria parte dos fatos históricos exibidos no corredor da Casa conhecido como "túnel do tempo", o cientista político Luiz Werneck Vianna ironizou: "Foi um acidente? Então vai ser corrigido?" Parecia antever que, poucas horas depois, Sarney voltaria atrás e mandaria acrescentar o episódio na exposição permanente.
Esclarecido que o "acidente" apontado por Sarney foi o impeachment e não a omissão, o professor e pesquisador da PUC-Rio lamentou: "Não lidamos criticamente com a nossa história. Temos um instrumental de apagar o retrato das pessoas indesejáveis e devolver para a vida em outra circunstância".
Vargas
Werneck Vianna lembrou que também "esqueceu-se a Era Vargas, que depois foi recuperada". Para o cientista político, a presença de Collor no Senado, depois de eleito em 2006, "deve ter sido determinante" para a opção de apagar o impeachment do rol de momentos marcantes da história. "A culpa não é tanto do Sarney, mas de quem o devolveu à ribalta: os partidos e o voto", afirmou.
Professor da pós-graduação em história social da UFRJ, o pesquisador Carlos Fico viu uma atitude "de muita condescendência e pouca fibra" na omissão do impeachment. "O Sarney foi uma das pessoas mais humilhadas pelo Collor. O Senado não deveria se envergonhar, mas se orgulhar deste episódio (o impeachment)", diz Fico.
"A atitude foi completamente equivocada. No impeachment, não só o gesto em si foi importante. Revelou a indignação da sociedade contra a corrupção e mostrou que, depois da ditadura, tínhamos uma democracia relativamente bem estruturada que foi capaz de suportar o afastamento do presidente", diz o historiador. Fico não tem dúvida de que a decisão de esconder o impeachment "se deve ao desconforto com a presença do senador Collor".

Fonte: http://cegritarpegaladrao.blogspot.com/

Podem tentar, mas jamais apagarão nossa História!

OMISSÃO DO IMPEACHMENT DE COLLOR

O Senado excluiu o processo de impeachment do ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) da galeria de imagens da Casa, que conta a história da instituição desde o império até os dias atuais, informa a Folha Online. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), minimizou o fato e disse que o impeachment "não é tão marcante" e "talvez fosse um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil".O espaço foi reinaugurado hoje e é chamado de "túnel do tempo". A galeria fica entre o plenário e as alas dos gabinetes dos senadores. Em 2007, às vésperas da posse de Collor no Senado, a Casa já havia retirado às referências ao caso, mas depois recuou e devolveu as imagens. Também não há referências a crises enfrentadas pelo Senado como a cassação do ex-senador Luiz Estevão, a renúncia do então presidente Jader Barbalho (PMDB-PA) para fugir do processo de cassação, além dos pedidos de cassação de Sarney e Renan Calheiros (PMDB-AL). 

Comentário do Blog:
Um ladrão acobertando outro! Podem retirar de onde quiserem, nada muda o fato de que o povo expulsou um safado da presidência! E agora vão recolocar esse safado no senado! Vamos acordar galera porque ta virando bagunça!

Fonte: http://cegritarpegaladrao.blogspot.com/